terça-feira, 22 de setembro de 2009

O PORQUÊ DAS DIFERENÇAS

Constam que na carpintaria houve uma vez uma estranha assembléia.

Foi uma reunião de ferramentas para acertar duas diferenças.

O martelo exerceu e presidência, mas os participantes lhe notificaram que teria que renunciar.

A causa? Fazia demasiado barulho e além do mais passava todo tempo golpeando.

O martelo aceitou sua culpa, mas pediu que também fosse expulso o parafuso, dizendo que ele dava muitas voltas para conseguir algo.

Diante do ataque, o parafuso concordou, mas por sua vez pediu a expulsão da lixa.

Dizia que ela era muito áspera no tratamento com os demais, entrando sempre em atritos.

A lixa acatou a decisão, mas com a condição de que se expulsasse o metro, que sempre mediam outros segundo a sua medida, como se fosse o único perfeito.

Nesse momento entrou o carpinteiro, juntou o material e iniciou o seu trabalho. utilizou o martelo, a lixa, o metro, e o parafuso.

Finalmente a rústica madeira se converteu em um fino móvel.

Quando a carpintaria ficou novamente só, a assembléia reativou a discussão. Foi então que o serrote tomou a palavra e disse:

“ Senhores, ficou demonstrado que temos defeitos, mas o carpinteiro trabalha com nossas qualidades, com nossos pontos valiosos. Assim, não pensemos em nossos pontos fracos, e concentremos em nossos pontos fortes”

A assembléia entendeu que o martelo era forte, o parafuso unia e dava força, a lixa era especial para limar e afinar as asperezas, e o metro era preciso e exato.

Sentiram-se então como uma equipe capaz de produzir móveis de qualidade.

Sentiram alegria pela oportunidade de trabalhar juntos.

Ocorre o mesmo com os seres humanos.

Baste observar e comprovar que quando uma pessoa busca defeitos em outra, a situação torna-se tensa e negativa.

Ao contrário, quando se busca sinceridade e os pontos fortes e positivos dos outros florescem as melhores conquista humanas.

“É fácil encontrar defeitos. Qualquer um pode fazê-lo. Mas encontrar qualidades, isto é para os sábios.”

AUTOR DESCONHECIDO

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